História da Igreja Siríaca (ou Sirian) Ortodoxa

10:28 Postado por Elias (Wagner T. Florentino)


Foto: Catedral Siríaca Ortodoxa de S. Jorge - Campo Grande - MS


"Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa" (Mateus, cap. 5 - 14 e 15).


Ensejo das religiões

Desde os primórdios das civilizações, o homem, intuitivamente, traz consigo a idéia de algo superior a ele. No início causavam-lhe temor e admiração os fenômenos da natureza, como raios e trovões, eclipses, tempestades e os elementos naturais como água, sol, lua, terra e posteriormente pelo fogo. Achados de mais de 80.000 anos demonstram que o ser humano já praticava algum ritual religioso. Esqueletos deitados e com os joelhos dobrados, recobertos de pó vermelho alaranjado, indicam claramente que tratava-se de uma cova funerária em que se havia praticado um ritual de exéquias. A partir do fim da pré-história, o homem começou a agrupar-se em torno de uma idéia religiosa, tendo em comum a adoração por vários deuses (politeísmo). No decorrer dos tempos, o homem foi incorporando aos objetos de adoração inicial, divindades cada vez mais semelhantes ao ser humano centradas em figuras de criaturas que ainda viviam entre eles e que exerciam alguma forma de poder, ou figuras que já tinham vivido, como reis, rainhas etc. A imaginação popular da época, se encarregava de emprestar a esses seres, qualidades que eles não possuíam, moldando neles a imagem de um deus todo poderoso.
A história das civilizações nos informa que aos poucos os povos foram se agrupando de forma mais organizada e incorporando em sua cultura esse aspecto religioso que marcou quase todas as grandes civilizações deste planeta.
As primeiras civilizações de que temos conhecimento até hoje são as orientais (4 a 2 mil anos a.C.). Primeiramente os sumérios, acadianos, babilônios, assírios e egípcios (4 mil a 2 mil a.C.), e depois deles os fenícios, chineses, hindus, hititas, persas e medos (2.000 a.C a 300 a.C.), todos eram politeístas, com variações em suas divindades. As civilizações ocidentais: a cretense, a grega e a romana ( 1.500 a.C. a 300 d.C.) são mais novas e também tiveram o politeísmo como fator determinante em suas religiões. De todos esses povos, os assírios foram os primeiros a desviarem a rota do politeismo para o henoteismo (monolatria) que era a crença em duas ou mais divindades porém a adoração de uma só divindade, que era Assur. Depois foram seguidos pelos egípcios (deus Aton), fenícios (deus Baal) e finalmente pelos hebreus que provinham do Egito e perambulavam pela Fenícia e Canaã.
Religião implica na crença em seres considerados sobrenaturais, criadores do Universo. Os povos da Mesopotâmia, os sumérios, os assírios e os babilônios acreditavam que a finalidade desses serres era orientar moralmente o homem através dos ensinamentos da espiritualidade, levando-o à imortalidade .
A crença na existência da alma, de uma vida além da morte física e de leis morais que são fundamentos de todas as coisas tornaram-se a base da religião dos assírios e babilônios . Tais princípios emanariam do deus supremo, início de tudo, Assur e deveriam ser levados a todas as regiões do planeta; por esse motivo, eles tinham o dever de conquistar todas as nações e lhes "impor" esse conhecimento. Assim procederam até o desgaste de sua vitalidade como governo e acabaram por serem dominados por outros povos. Daí por diante, passaram à prática de zelar por sua fé de maneira pacífica até a chegada do Cristianismo através dos apóstolos e discípulos de Jesus de Nazaré.

Cristianismo


Iniciada por Jesus Cristo e seus discípulos, na primeira metade do século I; dentro da tradição assíria, foi Abgar, rei de um pequeno reinado assírio, o reinado de Urhoi (conhecido como Osrehene pelos romanos, atualmente Urfa na Turquia), que em 32 ou 33 d.C., ouvira falar de Jesus, enviou um missivista para convidá-lo a seu reinado, e quando do retorno do missivista, foi então convertido todo o povo de seu reino à nova fé. Depois, a capital da província Síria, Antioquia, aceitou a pregação cristã e lá foi fundada e organizada a primeira Igreja Cristã. De lá emanaram muitas pregações, tanto para oriente como para ocidente, transformando o cristianismo numa das religiões mais difundidas no mundo, com algo em torno de 1,9 bilhão de fiéis. O cristianismo entre os assírios compõe-se basicamente de duas grandes divisões que surgiram a partir do Concílio de Éfeso : Igreja Siríaca Ortodoxa de Antioquia e Igreja Assíria do Oriente. No século XVII, surge a partir da Igreja Assíria do Oriente a Igreja Caldéia, ligada à Igreja Romana e no início do século XIX, surge a partir da Igreja Ortodoxa de Antioquia, uma pequena Igreja Siríaca Católica Romana e no último século surgiram diversas denominações do protestantismo americano.
Além do cristianismo apostólico, existe uma pequena comunidade assíria gnóstica conhecida como Mandeus (madôie em aramaico) que aceitam o batismo de São João Batista porém não os ensinamentos de Jesus Cristo.

Não Cristãos


Basicamente, os assírios não cristãos dividem-se em dois grupos: os maometanos que aceitaram os ensinamentos de Maomé, profeta dos árabes e os Yezidis que formaram um sincretismo entre o zoroastrismo persa e parte das crenças antigas dos assírios, em especial o mito do "rei pavão" (malec tauss=malco táusso). Ambos grupos assimilaram a língua e a cultura árabe e acabaram por perder a sua identidade assíria.

20 comentários:

  1. Solange disse...

    Olá,
    Meu nome é Solange e moro em Cuiabá-MT. Não consegui localizar uma Igreja Ortodoxa por aqui. Alguém poderia me ajudar?
    Grata.

  2. teia disse...

    olá,
    meu nome é Maristela,gostaria de saber se tem apenas uma igreja ortodoxa aqui em Campo Grande....
    Se alguem souber me responda,pois eu ñ achei na net..obrigada!

  3. Anônimo disse...

    E uma pena que uma Igreja como esta está nas mãos de Bispos tão dispreparados, que de CRISTão não estão com nada. Vivi dentro desta Igreja por muito tempo, mas agora to fora dela pois não comresponde com a Pregação de JESUS CRISTO.Espero que um dia O Patriarca muda de atitude na escolha de um Bispo realmente CRISTÂO.

  4. Anônimo disse...

    minha filha shara laysa santos foi batizada na igreja ortodoxa de campo grande em outubro de 1995 eu mecessito de uma confirmação

  5. Anônimo disse...

    Excelentissimo e Revendissimo
    Mons.Antonio Nakkoud
    DD.Delegado Patriarcal no Brasil

    Parabenizo-lhe ao saber que V.Revma., foi escolhido e nomeadopara representar, administrar e pastorear a Santa Igreja de Cristo no Brasil, após uma esperá de 13 anos. Contudo, está foi uma justa decisão, sua Santidade o Patriarca foi prudentissimo em sua escolha no que diz respeito aos destino da Igreja no Brasil.
    Que o Pai Celeste e nosso Deus vos Ilumine.

    Carinhosamente
    Deuzimar Fernandes
    Sacerdote Inativo na Santa Igreja

  6. J.H.Montans Condé disse...

    Bom dia.

    Meu nome é João Heitor Montans Condé. Sou escritor e tenho um blog onde deixo alguns textos meus (http://www.blogdojheitor.blogspot.com/)
    Há tempos tento conseguir uma bíblia, ou pelo menos os evangelhos traduzidos do Aramaico, pois, embora não seja um cristão ortodoxo, sou cristão e desejo uma bíblia que não tenha passado por tantas traduções como são as bíblias das igrejas católicas e protestantes.
    Será que vocês poderiam me ajudar?

  7. Anônimo disse...

    os Bispos do Brasil estao despreparados pr comandar as igrejas,eles estoa loucos e por dinheiro,sao materialista e nao possui o expirito...so sabe chingar e nao tem formaçao telogica,o Patriarca tem q saber disso sr delegado patriarcal.os monges sirianos tem que assumir essa igreja do Brasil,que ja esta pior q a igreja brasleira

  8. Junior disse...

    Essa Igreja nem é Ortodoxa!

    É pré-calcedonia, não é ORTODOXA!

  9. Anônimo disse...

    A Igreja Syrian Ort.de Antioquia mantém sua tradição primitiva das primeiras comunidades cristãs e sua lista de patriarcas inicia-se com o corifeu dos Apóstolos, São Pedro,fundador que é da Sé Patriarcal de Antioquia, como é sabido! No ano de 1982, Sua Excia. Revma.Mar Chrisostomos Moussa Matamos Salama fundou a primeira missão efetiva dessa tão tradicional e antiga i. em nosso país. Transcorreram-se, desde tal advento, muitos anos até que Sua Revma. o Mons. Antoun Nakoudd fosse nomeado por SS. o Patriar. Mar Ignatius Zakka I seu Del. para o Brasil. Precisamente aos 24 dias do mês de maio de 2009 SS. expede a tão decantada Bula n.300, mediante a qual "reconhece" (eu prefiro dizer, convalida - por mera cortezia) a "missão" levada a efeito pelo B.D. Moussa, de veneranda memória. Sucede, porém, que tanto os hierarcas da missão antio. brasile. quanto o clero e, sobretudo, os fiéis, em sua esmagadora maioria consti.de pessoas simples e de pouca instrução, que a expedição desse documento patriar. se cuida de uma "engenhosa" estratégia do S. Sínodo do Patriarcado Siríaco de Antioquia para levar, como levou, a engano a todos que se menciona, fazendo-os crer que, "finalmente", foi ratificada a missão dessa tão antiga quanto tradicional igreja em solo brasileiro. Puro engodo. Sabidamente, as igrejas ortodoxas, sejam estas pré-calcedônias ou gregas,SÃO, IRRETORQUIVELMENTE, SINODAIS. Que isso tem que ver com o assunto em testilha? É muito simples:qualquer bula patriarcal que não tenha sido "lastreada", aprovada pelo S. Sínodo local antes de ser publicada e assinada pelo patriarca, NE. VALOR CANÔNICO POSSUI, pois que um patri., antes de deliberar sobre assuntos importantes da igreja, sobretudo quando se trata da ratificação de atividades missionárias em nome dela empreendidas, NECESSITA, OBRIGATORIAMENTE ,REALIZAR A PRÉVIA CONVOC.DO S.SÍNODO, para, posteriormente, expedir-se uma ENCÍCLICA! continua...

  10. Anônimo disse...

    Logo, é de inferir-se que, "CANONICAMENTE"não existe missão alguma realizada pela Sé Patriar.de Antioquia no Brasil. Não ainda, pelo menos enquanto o S. SÍNODO ainda não se manifestar ou deliberar acerca da matéria em apreço! O que existe, isso sim - pois negá-lo seria agir de pura má-fé, É UMA MISSÃO DE FATO, o que equivale a dizer, EXTRAOFICIAL! O S.Sínodo precisa enviar alguns dos altos dignitários que o compõem ao Bra., em ordem a verificar a regularidade ou não das "ativ. missionárias" realizadas e designar pelo menos dois Arcebispos sinodais para ficarem responsáveis pela missãso em nossas terras. Ao dizer que é necessária a designação de pelo menos dois prelados para governarem a Igreja Siríaca de Antioquia ("em atividade missionária no Brasil", não resta dúvida, consoante se disse precedentemente), em virtude, sobretudo, da extensão de proporções continentais de nosso país, é para que se dê um caráter de oficialidade à missão brasileira, eis que um Arcebispo Siríaco deve conhecer o aramaico, a liturgia de São Tiago em todos os seus mínimos detalhes para, destarte, poder preparar (aí sim) os futuros candidatos autóctones ao episcopado, os quais poderão, ascendendo ao arquiepiscopado, fazer parte futuramente do S. Sínodo como representantes legítimos da missão brasileira. EM SÍNTESE: a Bula de n. 300 (mais tarde ratificada) NÃO POSSUI, PARA OS ENTENDIDOS EM DIREITO CANÔNICO ORTODOXO E EM ECLESIOLOGIA, O MENOR VALOR QUE SE LHE EMPRESTAM POR PURA IGNORÂNCIA OU TOTAL DESINFORAÇÃO DO INEXPUGNÁVEL CARÁTER SINODAL DAS IGREJAS ORTODOXAS, SEJAM ELAS PERTENCENTES AO RITO BIZANTINO OU PRÉ-CONCÍLIO DE CALCEDÔNIA. De todo o expressado, deve dar-se fé, por ser verdade perante Deus e a Igreja!!!!!!!! Tanto o Monsenhor Antoun Nakoudd quanto o Padre Gabriel Dahho Denho, que, aliás, no site da Igreja Santa Maria da qual é pároco NÃO FAZ MENÇÃO ALGUMA À MISSÃO BRASILEIRA, TRATANDDO-A COMO SE NÃO EXISTISSE (E, CANONICAMENTE, EM VERDADE, NÃO EXISTE MESMO), bem como Sua Emcia Revma. Dom Selwanos, acompanhado de Sua Emcia Revma.Dom Leolino Gomes Neto podem solicitar à SS. a convocação do S.SÍNODO para que se dirima, de vez por todas, tão intrincada questão (um verdadeiro imbróglio, para ser mais exato)!

  11. Anônimo disse...

    Consoante eu fiz constar das considerações que a esta antecedem, não só as igrejas greco-cristãs, mas igualmente as comunidades eclsiais que se desenvolveram fora da órbita de influência do Império Bizantino, mais tarde conhecido por Constantinopa em homenagem ao primeiro imperador da Roma Oriental, "São Constantino igual aos Apóstolos" e, ainda, que se recusaram deliberadamente a aderir às formulações de 451 e que se apegam, ou melhor, que se caracterizam pelo apego à fórmula cristológica da "única natureza encarnada do Verbo de DEUS, tem em comum com as igrejas de expressão grega a circunstância, repita-se, de serem inexpugnavelmente sinodais. Redijo esta derradeira nota no escopo de enfatizar, mais esta vez, que a Bula PATRIARCAL DE N. 300, expedida aos 24 dias do mês de maio do ano de 2009, por não se derivar de decisão válida e unânime do Santo Sínodo da Igreja Syrian Ortodoxa de Antioquia, deve ser tida e havida por um mero gesto de amizade e simpatia que SS. nutre pelo empenho missionário de Mar Chrisostomos Moussa Salama, levando a efeito a partir do ditoso ano de 1982, mas que NÃO TEM NENHUM VALOR JURÍDICO (CANÔNICO), o que faz abrir um foço de grande profundidade entre a Igreja Siríaca Ortodoxa do Malankar, no Keralla, nos limites do território indiano, PLENAMENTE CANÔNICA E AUTÔNOMA, liderada por um Catholicós com estatus de patriarca e possuidora de seu próprio Santo Sínodo local, e a !igreja missionária do Brasil", a qual, de há muito, recebe de Damasco tratamento de segunda classe! Confesso não compreender o porquê uma questão tão intrincada, por motivos de ordem política sobretudo, ainda não foi considerada com a gravidade e a celeridade que sua situação canônica reclama! Falta empenho, sobetudo, do Doutor Prof. Abouna Gabriel Dahhho, que não apóia a missão antioquina do BRASIL (basta considerar que nos periódicos SURYOYE, da Igreja Syrian Santa Maria, não resevou, em nenhum de seus exemplares, um parágrafo sequer para tecer considerações sobre a triste (e, pela ordem dos fatos, irreversível)situação da missão do Governo eclesial de Damasco em nossas terras que tanto parecem desprezar.

  12. Anônimo disse...

    Consoante eu fiz constar das considerações que a esta antecedem, não só as igrejas greco-cristãs, mas igualmente as comunidades eclsiais que se desenvolveram fora da órbita de influência do Império Bizantino, mais tarde conhecido por Constantinopa em homenagem ao primeiro imperador da Roma Oriental, "São Constantino igual aos Apóstolos" e, ainda, que se recusaram deliberadamente a aderir às formulações de 451 e que se apegam, ou melhor, que se caracterizam pelo apego à fórmula cristológica da "única natureza encarnada do Verbo de DEUS, tem em comum com as igrejas de expressão grega a circunstância, repita-se, de serem inexpugnavelmente sinodais. Redijo esta derradeira nota no escopo de enfatizar, mais esta vez, que a Bula PATRIARCAL DE N. 300, expedida aos 24 dias do mês de maio do ano de 2009, por não se derivar de decisão válida e unânime do Santo Sínodo da Igreja Syrian Ortodoxa de Antioquia, deve ser tida e havida por um mero gesto de amizade e simpatia que SS. nutre pelo empenho missionário de Mar Chrisostomos Moussa Salama, levando a efeito a partir do ditoso ano de 1982, mas que NÃO TEM NENHUM VALOR JURÍDICO (CANÔNICO), o que faz abrir um foço de grande profundidade entre a Igreja Siríaca Ortodoxa do Malankar, no Keralla, nos limites do território indiano, PLENAMENTE CANÔNICA E AUTÔNOMA, liderada por um Catholicós com estatus de patriarca e possuidora de seu próprio Santo Sínodo local, e a !igreja missionária do Brasil", a qual, de há muito, recebe de Damasco tratamento de segunda classe! Confesso não compreender o porquê uma questão tão intrincada, por motivos de ordem política sobretudo, ainda não foi considerada com a gravidade e a celeridade que sua situação canônica reclama! Falta empenho, sobetudo, do Doutor Prof. Abouna Gabriel Dahhho, que não apóia a missão antioquina do BRASIL (basta considerar que nos periódicos SURYOYE, da Igreja Syrian Santa Maria, não resevou, em nenhum de seus exemplares, um parágrafo sequer para tecer considerações sobre a triste (e, pela ordem dos fatos, irreversível)situação da missão do Governo eclesial de Damasco em nossas terras que tanto parecem desprezar.

  13. Anônimo disse...

    Consoante eu fiz constar das considerações que a esta antecedem, não só as igrejas greco-cristãs, mas igualmente as comunidades eclsiais que se desenvolveram fora da órbita de influência do Império Bizantino, mais tarde conhecido por Constantinopa em homenagem ao primeiro imperador da Roma Oriental, "São Constantino igual aos Apóstolos" e, ainda, que se recusaram deliberadamente a aderir às formulações de 451 e que se apegam, ou melhor, que se caracterizam pelo apego à fórmula cristológica da "única natureza encarnada do Verbo de DEUS, tem em comum com as igrejas de expressão grega a circunstância, repita-se, de serem inexpugnavelmente sinodais. Redijo esta derradeira nota no escopo de enfatizar, mais esta vez, que a Bula PATRIARCAL DE N. 300, expedida aos 24 dias do mês de maio do ano de 2009, por não se derivar de decisão válida e unânime do Santo Sínodo da Igreja Syrian Ortodoxa de Antioquia, deve ser tida e havida por um mero gesto de amizade e simpatia que SS. nutre pelo empenho missionário de Mar Chrisostomos Moussa Salama, levando a efeito a partir do ditoso ano de 1982, mas que NÃO TEM NENHUM VALOR JURÍDICO (CANÔNICO), o que faz abrir um foço de grande profundidade entre a Igreja Siríaca Ortodoxa do Malankar, no Keralla, nos limites do território indiano, PLENAMENTE CANÔNICA E AUTÔNOMA, liderada por um Catholicós com estatus de patriarca e possuidora de seu próprio Santo Sínodo local, e a !igreja missionária do Brasil", a qual, de há muito, recebe de Damasco tratamento de segunda classe! Confesso não compreender o porquê uma questão tão intrincada, por motivos de ordem política sobretudo, ainda não foi considerada com a gravidade e a celeridade que sua situação canônica reclama! Falta empenho, sobetudo, do Doutor Prof. Abouna Gabriel Dahhho, que não apóia a missão antioquina do BRASIL (basta considerar que nos periódicos SURYOYE, da Igreja Syrian Santa Maria, não resevou, em nenhum de seus exemplares, um parágrafo sequer para tecer considerações sobre a triste (e, pela ordem dos fatos, irreversível)situação da missão do Governo eclesial de Damasco em nossas terras que tanto parecem desprezar.

  14. Anônimo disse...

    Se, por um lado, enaltecem aquela que eu considero a maior civilização do período clássico da história, qual seja, a pujante civilização dos assírios, caldeus, babilônios, sumérios, arameus etc., que se desenvolvera magnificamente na região compreendida hoje pelo Iraque, entre os rios Tigre e Eufrates (daí o termo grego mesopotâmia - mesos + potamos, na forma transliterada, é claro). Eu dizia que, se por um lado o universalizante poovo sirio, de origem semítica, ufana-se com seu luminoso passado, PARECE ESQUECEREM-SE DE QUE FOI O ABENÇOADO BRASIL QUE ACOLHEU DE BRAÇOS ABERTOS OS PRIMEIROS IMIGRANTES ASSÍRIOS E FENÍCIOS QUE APORTARAM EM NOSSAS TERRAS...é que a memória humana, já se disse, só funciona de forma plena QUANDO LHE CONVÉM! Logo, impõe-se a pergunta: NÃO DEVERIAM AS IGREJAS SIRÍACAS TRADICIONAIS TEREM MAIS CONSIDERAÇÃO COM O PAÍS QUE ACOLHEU GENEROSAMENTE OS PRIMEVOS COLONOS RESPONSÁVEIS PELOS GASTOS COM O CUSTEIO DE SUA CONSTRUÇÃO, MANUTENÇAÕ DE SACERDOTES ETC? No periódico do tabloíde em comento de n. 36, em sua parte final, fez-se constar uma nota de esclarecimento segundo a qual a Igreja Syrian Santa Maria tem por fiéis bolivianos, japoneses, alemães, sírios, libaneses, brasileiros e quantos mais quiserem prestar sua adesão a seus dogmas e frequentá-la com a esperada regularidade. O expressado me remete ao dito popular conforme o qual A TEORIA, AMIÚDE, DISTA EM MUITO DA PRÁTICA...Não poderia eu escusar-me da expender algumas singelas considerações acerca do conceito de sínodo antes de proceder ao encerramento desta nota. Assim, pot sínodo deve-se compreender, nas igrejas "orientais", o conselho de bispos (arcebispos, metropolitas) QUE ASSISTEM O PATRIARCA (atente-se a isso, caro leitor). Conclamo a todos que entenderem a gravidade do que se denuncia, que exijam de seus sacerdotes, párocos e hierarcas providências tendentes à pelan OFICIALIZAÇÃO DA IGREJA SYRIAN ORTODOXA DO BRASIL, ATRIBUINDO-SE-LHE OS MESMOSDIREITOS, PRERROGATIVAS E STATUS DE QUE DESFRUTA A IGREJA SIRÍACA DO MALANKAR, SUBORDINADA DIRETAMENTE AO PATRIARCA PETRINO IGNATIUS ZAKKA I!

  15. Anônimo disse...

    Se, por um lado, enaltecem aquela que eu considero a maior civilização do período clássico da história, qual seja, a pujante civilização dos assírios, caldeus, babilônios, sumérios, arameus etc., que se desenvolvera magnificamente na região compreendida hoje pelo Iraque, entre os rios Tigre e Eufrates (daí o termo grego mesopotâmia - mesos + potamos, na forma transliterada, é claro). Eu dizia que, se por um lado o universalizante poovo sirio, de origem semítica, ufana-se com seu luminoso passado, PARECE ESQUECEREM-SE DE QUE FOI O ABENÇOADO BRASIL QUE ACOLHEU DE BRAÇOS ABERTOS OS PRIMEIROS IMIGRANTES ASSÍRIOS E FENÍCIOS QUE APORTARAM EM NOSSAS TERRAS...é que a memória humana, já se disse, só funciona de forma plena QUANDO LHE CONVÉM! Logo, impõe-se a pergunta: NÃO DEVERIAM AS IGREJAS SIRÍACAS TRADICIONAIS TEREM MAIS CONSIDERAÇÃO COM O PAÍS QUE ACOLHEU GENEROSAMENTE OS PRIMEVOS COLONOS RESPONSÁVEIS PELOS GASTOS COM O CUSTEIO DE SUA CONSTRUÇÃO, MANUTENÇAÕ DE SACERDOTES ETC? No periódico do tabloíde em comento de n. 36, em sua parte final, fez-se constar uma nota de esclarecimento segundo a qual a Igreja Syrian Santa Maria tem por fiéis bolivianos, japoneses, alemães, sírios, libaneses, brasileiros e quantos mais quiserem prestar sua adesão a seus dogmas e frequentá-la com a esperada regularidade. O expressado me remete ao dito popular conforme o qual A TEORIA, AMIÚDE, DISTA EM MUITO DA PRÁTICA...Não poderia eu escusar-me da expender algumas singelas considerações acerca do conceito de sínodo antes de proceder ao encerramento desta nota. Assim, pot sínodo deve-se compreender, nas igrejas "orientais", o conselho de bispos (arcebispos, metropolitas) QUE ASSISTEM O PATRIARCA (atente-se a isso, caro leitor). Conclamo a todos que entenderem a gravidade do que se denuncia, que exijam de seus sacerdotes, párocos e hierarcas providências tendentes à pelan OFICIALIZAÇÃO DA IGREJA SYRIAN ORTODOXA DO BRASIL, ATRIBUINDO-SE-LHE OS MESMOSDIREITOS, PRERROGATIVAS E STATUS DE QUE DESFRUTA A IGREJA SIRÍACA DO MALANKAR, SUBORDINADA DIRETAMENTE AO PATRIARCA PETRINO IGNATIUS ZAKKA I!

  16. weslley disse...

    bom meu nome é weslley ja foi seminarista da igreja católica apostolica romana.Sai do seminário pq penso que minha vocacçao seja matrimonial.quero ressalva a importancia da história das civilizações como surgiu cada um,delas e como cada uma se solidificava-se na fé e vivência,uma fezer que{politesismo}era propria denominação vivida.Bonito vê nesta narrativa textual como surgir cada religeão muitas com seus proprios constumes vivendo e procurando seu proprio bem e sua existência culturaão.Penso que tudos nós somos tudo isso do pro ser em religião e sociedade,pq tudo tever um começo.Sbretudo aonde iremos sei fé.

  17. Anônimo disse...

    estou fazendo uma pesquisa de escola e não comsigo achar umaigreja ortodoxa nobrasil para fazer a pesquisa , alguem sabe a onde tem uma?

  18. Anônimo disse...

    Igreja Ortodoxa, por definição, é aquela que se fundamenta, doutrinariamente, nos cânones dos SETE CONCÍLIOS ECUMÊNICOS, comuns e aceitos universalmente. Diferenciam-se pois, substancialmente das comunidades vétero-cristãs não-calcedônias, que somente endossam os termos dos cânones do Terceiro Concílio Ecumênico, realizado na importante cidade de Éfeso, na Grécia, no ano de 431, precisamente. Para se inteirar das igrejas ortodoxas (legítimas) que abundam no Território Nacional, recomenda-se consultar o site "ECCLESIA" BRASIL, que fornece não apenas os endereços das paróquias ortodoxas em atividade no Brasil, mas, em muitos casos, os números de telefone das suas respectivas secretarias!

  19. Anônimo disse...

    Tenho que fazer uma pesquisa sobre arte gótica e românica.E queria saber se a igreja Ortodoxa de campo grande ms tem arte gótica ou românica presente nela?

    obrigado

  20. Anônimo disse...

    Gostaria de saber como é chamada a pessoa que é batizada na Igreja Sirian Ortodoxa?